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Passeio Inaciano por São Paulo

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Partilha do Hno. Rodrigo Castells,SJ

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 Nací en Uruguay y tengo seis hermanos. Me crié hasta los 6 años en el campo y
luego en una pequeña ciudad. A los 17 años fui a estudiar la carrera de Ingeniero
Agrónomo a Montevideo. Luego trabajé en temas productivos y de gestión en
empresas agropecuarias. Ingresé al Noviciado en Córdoba (Argentina) el 2004. Hice
el Juniorado en Montevideo y el bienio de Filosofía en San Miguel (Argentina). Para
el Magisterio (2009-2010) regreso nuevamente a Montevideo, donde trabajé con los
chicos de los últimos años de secundaria del Colegio Seminario y en la Coordinación
Pastoral de la naciente Fe y Alegría Uruguay. Actualmente estudio Teología en el
CIF de Chile.
¿Por qué Hermano en la Compañía?
Si tuviera que expresar la moción vocacional primera diría: “quiero
dedicar toda mi vida, cada minuto, todas mis energías, a que otros
se encuentren con Cristo”. Jesús ha sido para mí el
descubrimiento más maravilloso, aquello que ilumina mi vida y la
vida de la humanidad. Me interpelaba la realidad de injusticia y la
falta de sentido en la sociedad (sensibilidad que ha sido un regalo
de mis padres). Sentía que debía compartirme, para compartir a
Cristo. Durante el mes de Ejercicios recibí del Señor una
invitación inesperada pero más concreta: “Rodrigo, te quiero como
jesuita, como Hermano jesuita”. El decreto 7 de la CG 34, sobre la
vocación del Hermano jesuita, era el horizonte para el que Dios
me había preparado. Hoy sigo descubriendo esta vocación; en mí,
hacia los más pobres. Sé que quiero compartir a Cristo con ellos,
siendo testimonio de la plenitud del sacerdocio común de los fieles.

Caminhar como Jesuíta Irmão em Companhia

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O tema da identidade é um tema recorrente. Em todas as instancias e em todo momento, vemos grupos, pessoas, instituições, tratando sobre a identidade. Isso não é uma debilidade. É antes uma necessidade, uma fortaleza. Prova disso temos nas últimas 4 Congregações Gerais. Nestas, quando não foi um tema especifico e que resultou em decreto,  aparecia como um postulado solicitando ser tratado pelos congregados. A identidade é algo que não nos é dado definitivamente. Que recebemos em uma vez, e já não precisamos buscar mais. A identidade é processual, é dinâmico, que muda a toda hora, e, por isso, não é estático, estável.  Influem elementos diferentes como o tempo, pessoas, relacionamentos, documentos (da igreja, da SJ), a cultural, a política, a sociedade, a cultura, a tecnologia, etc. Vivemos em um mundo em que tudo está constantemente mudando, e cada vez em uma velocidade maior. Uma vez que compreendemos alguns elementos ou quando aparecem novos fatores decisivos, é necessário apropriar-se deles e incorporar-los, internalizar-los, discernir-los.  Esta necessidade de atualizar a identidade nos remete a uma maior interiorização para sermos cada vez mais “eu”, sujeito social e religioso no mundo atual.  Esta busca que processamos é uma experiência profunda, bonita e – por que não dizê-lo? – muitas vezes, sofrida, um processo de redescobrimento de sua identidade.

                Processo que inclui um momento negativo – talvez o mais doloroso – de desconstrução de uma determinada identidade que já não responde às novas realidades vividas no tempo presente e no lugar onde estou. E, o que torna a tarefa ainda mais difícil, surge a necessidade de, simultaneamente, ensaiar a construção de uma nova compreensão de si mesmo. E isso sob a pressão da urgência dos tempos e das situações… Tarefa que, poderíamos chamar de escatológica, pois, mesmo já tendo começado antes ou há algum tempo, ainda está a caminho e que, como todo processo, se não é bem conduzido e levado adiante com o devido vigor, pode correr o risco do retrocesso.

                Caminhar como Jesuíta Irmão, em “Companhia” permite redescobrir, além do específico do ser irmão como um todo, também uma grande diversidade de carismas e a riqueza que cada um nós, em diálogo com os outros, podemos aportar ao conjunto do corpo da Companhia, da Vida Religiosa e da Igreja.

                Ao mesmo tempo, ao inserir-nos na sociedade, nas obras, nos apostolados, e, nela, tomar parte na construção de uma identidade que busca diurnamente redescobriu sua dimensão místico-profética e a necessidade de, para torná-la real e explícita, desfazer-se de estruturas, modos de vida, esquemas mentais, teologias, espiritualidades… que, na realidade concreta do lugar onde estamos, já não são sinal da presença do Reino de Deus.           Concluindo, podemos dizer que não há apenas uma identidade de jesuíta irmão, um modelo definitivo. Esta identidade se apresenta sempre e cada vez mais plural e multiforme. Tendo sempre presente em nossa reflexão, nossa condição pessoal, é a de um irmão leigo vivendo numa Ordem religiosa em que a maioria de seus membros são clérigos. E assim, buscando juntos caminhar com mais coragem e esperança, consciente que caminha conosco e nos refaz o próprio Cristo.

                                                                                                                                              Ir. Vanderlei Backes, SJ

Identidade do Irmão Jesuíta

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El día de hoy vimos la segunda charla con el P. Juan  Bautista Libanio, S.J. Vimos la sociedad de la estabilidad y luego vimos la sociedad del cambio en cuanto la identidad.

Así el padre libanio consideraba que los únicos que no se plateaban el tema de la identidad eran los niños y los ancianos. Nos hablo de la importancia de la alteridad el otro nos da la identidad a nosotros esto lo vimos desarrollado, en la sociedad, en la Iglesia y en la Vida Religiosa.

 Hasta el día de hoy en los encuentros y reuniones de los Hermanos Jesuitas, yo salía confirmado y consolado de mi vocación, pero hoy no solo me siento confirmado sino también provocado por lo expuesto por el padre Libanio me llevo como tarea seguir creciendo como persona y Jesuita Hermano creciendo en las relaciones  con el mundo que me rodea; ¡hermoso desafío, le doy gracias a Dios por esta oportunidad!

 Her.Rafael Hernández, S.J.

                             

                                                                         

Aspecto teológico de la vocación del Hermano Jesuita

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Es un hecho que en cinco siglos de existencia de la Compañía el mundo ha cambiado. Cómo podría entonces entenderse la vocación del hermano de la misma manera entonces? Esta es la pregunta que el P. Libanio no está ayudando a responder.  Ha sido necesario, entonces, comprender la transformación cultural que hemos experimentado. En efecto, la “sociedad de la estabilidad” era aquélla que valoraba la tradición, sostenía instituciones fuertes y rígidas, y legitimaba autoridades que defendieran este orden. El cambio ha venido, sin embargo, hacia una “sociedad del cambio”, que cuestiona el paradigma anterior: valora la transformación rápida. Así, necesitamos definir cualquier identidad de un modo nuevo: que la entienda en permanente construcción en la historia, que asuma que debe afirmar los elementos positivos y rechazar los negativos, y que sea –al modo ignaciano– auténticamente indiferente, para relativizar todo aquello que no es Dios.

Ir. Hernán

 

                      

                      

                                                                     

Apresentação das Províncias SJ

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Ontem, depois de uma tarde de discussões nos grupos de trabalho os nossos companheiros das províncias do México, Centro América, Colômbia, Argentina-Uruguai apresentaram os seus países e províncias com seus desafios e conquistas nos diversos campos de apostolado, cada um com sua especificidade regada com músicas típicas, bebidas, comidas de cada lugar com partilhas dos Irmãos jesuítas que por lá estão em missão.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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